Leituras
あ = leitura ensinada no curso
Frases de exemplo
Análise
Literal: Quanto a ele, doença, pelo que parece.
Frase curta com o padrão N3 ~らしい ('parece que / pelo que dizem'). O tópico 彼 + は é seguido do substantivo 病気 ('doença') e do auxiliar らしい, que liga-se diretamente ao substantivo (sem だ) e transmite uma conclusão baseada em indícios ou no que se ouviu.
Análise
Literal: Quanto a ele, [é] 'está doente' o boato chamado [isso].
A oração 彼は病気だ (ele está doente) é citada com と e ligada por いう ao substantivo うわさ (boato): 〜といううわさ = 'o boato de que...'. A frase inteira termina em だ, afirmando que esse é o boato existente. O padrão 〜という liga uma fala/conteúdo a um substantivo que o nomeia ou descreve.
Análise
Literal: Quanto a ele, [que é] doença grave + assim é dito (e continua sendo dito).
A frase tem o padrão-alvo 〜と言われている: pega-se uma afirmação completa (重病だ = 'é doença grave / está gravemente doente'), marca-se essa afirmação com a partícula citacional と e fecha-se com 言われている. 言われている é o verbo 言う ('dizer') na voz passiva 言われる ('ser dito') somada à forma 〜ている, que indica um estado contínuo. O resultado é o sentido impessoal 'dizem que / é dito que', sem identificar quem diz.
Análise
Literal: Quanto aos pais, logo levam (trazendo) a criança ao hospital.
O tópico 親は (os pais) é o sujeito da frase. O advérbio すぐに (logo, rapidamente) modifica a ação. こどもを marca o objeto direto (a criança) e 病院に indica o destino (ao hospital). O verbo termina em 連れてくる, que é o verbo 連れる (levar/trazer alguém) unido pelo て ao verbo auxiliar くる (vir), formando a ideia de 'trazer alguém até cá / ir levar'.
Análise
Literal: Não é o caso de que (eles) sem falta desenvolvam a mesma doença.
A frase usa a construção 〜わけではない, que serve para negar uma conclusão ou interpretação: 'não é que..., não quer dizer que...'. Antes dela vem uma oração completa: 必ず同じ病気を発症する (desenvolver sem falta a mesma doença). O substantivo formal わけ ('motivo, sentido, o caso de') é seguido de で + は + ない, literalmente 'não é o caso de'. Combinada com o advérbio 必ず ('sem falta'), a frase nega justamente a ideia de obrigatoriedade: não é garantido que a mesma doença apareça.